so so tired

Foi uma semana maluca. De provas. Às vezes a gente se pergunta se tudo isso adianta, sabe, afinal na quarta-feira eu simplesmente não tive tempo pra comer, com três provas a serem estudadas pro dia seguinte. E hoje ainda fiz o simulado do Objetivo, o fovestão, apenas para me dar conta que os mendigos é que são felizes. Nada como os filósofos de barril da Grécia Antiga. Saia da frente do meu sol, Alexandre.

Para melhorar, ontem teve a primeira etapa do JACO, os jogos da escola. Levamos o terceiro lugar no basquete, e isso seria realmente formidável se não estivessem competindo apenas quatro cidades…

E a notinha filosófica dessa semana não tem nada de filosófica, e sim tremendamente mundana: por que o ramo de romances é tão explorado em tudo? Na publicidade, nos livros, nos meios de comunicação, e mesmo na cabeça de cada um? Eu mesma acho muito repetitivo, mas é como se essas coisas ficassem flutuando na nossa cabeça sem que se possa controlar.

Não que eu esteja nessa fase de sofrer de amores adolescentes. Acho que estou mais é pensando sobre os que já foram. Engraçado, a gente abre mão de alguns defeitos e de outros não. Uma das conclusões que já carrego por aí é que se gosta superficialmente de alguém até conhecer seus defeitos… E quando eles aparecem é que notamos se podemos conviver com eles ou não… Minhas melhores amigas têm defeitos. O cara maravilhoso de São Paulo tem defeitos também, e que às vezes são muito irritantes. Mas o que há de diferente nestas pessoas para que eu aceite os defeitos delas mais que os das outras pessoas?

Parece que cada um valoriza um tipo de defeito… Mesmo que não saiba. Já que a única beleza humana resta na nossa imperfeição, parece que cada um a enxerga inconscientemente, e a reflete numa pessoa que conhece…

Nossa, hoje eu fui fundo! Talvez eu devesse mudar o nome do espaço para algo mais filosófico!

E Arcanjo, gostei do que você escreveu. Faz sentido. Nós precisamos de muita coragem quando menos esperamos… E muitas vezes parece que a única barreira é a nossa própria cabeça.

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Sempre ou nunca

Puxa, eu estou me sentindo engraçada. Acho mesmo que continuo mantendo o espaço só por causa do Arcanjo  E já não sei se isso é muito ruim ou muito bom. De qualquer forma, aquele último post, eu meio que tentei me explicar. Será que todas as coisas possuem explicação? Dizem que não, mas quem responde que não geralmente está baseado em frases feitas e/ou poéticas, sobre as quais nem sempre se pensa. É que esses motivos às vezes são muito íntimos pra serem ditos… Psicologicamente falando, claro. Tem muita coisa pra se discutir por aí. Por exemplo, essa semana, depois de uma quase-discussão com minha melhor amiga (por que a gente sempre pára antes de discutir de verdade), me peguei pensando se é ou não bom ser modesto, em plena aula de… Geografia, acho. Não cheguei a conclusão nenhuma. Só acho que atrapalha não conseguir assumir as próprias qualidades… De qualquer modo, não sou grande coisa pra falar.

Contradição? Imagina…

Puxa, eu pensei que o Arcanjo me ignoraria ^^ Até porque, sei lá, a gente é tonto mesmo quando é jovem, não? Quando eu estou na net, tenho dificuldade em escrever algo filosófico o bastante. É engraçado… como se a minha mente se esvaziasse quando eu conecto, quando eu ligo o msn e aparece uma dúzia de pessoas dizendo apenas "oi, td bem? 9dades? naum? eu tbm…", eu me torno um deles. E é irônico também, porque adolescentes querem sempre se destacar da massa, eu não sou diferente. E isso talvez me torne parte da massa, essa mesma vontade de ser diferente… Se bem q isso é mais confronto de identidade que se tem aos doze, quatorze anos. Agora eu sou estranha porque gosto de harry potter, gosto de filosofia, pretendo ser escritora e ganhar dinheiro traduzindo ^^ Parece bizarro? Lendo parece absolutamente normal, eu acho… Mas sou a unica pessoa que conheço da minha cidade que assiste fervorosamente Café Filosófico. Aquilo realmente faz a gente pensar – e me tira o sono todos os domingos à noite, quando eu devia dormir porque tenho aula na manhã seguinte.