À toa

A gente luta, se esforça, e não adianta. A recuperação de Matemática está me aguardando. Tirei 5! Foi quase lá, mas que coisa!
Mudei o layout de novo, sim. Quem não tem Space não entende; é que tem uns realmente lindos por aqui, e eu não consigo deixar de ficar revezando.
Hoje não fui na escola; ontem, do nada, eu tive uma dor terrível no rim direito! Terrível mesmo. Suspeita de pedra do rim… Dizem que comparam essa dor com dor de parto. Merlin meu, que dor era aquela? Eu até fiquei respirando como se eu fosse ter um filho. Loucura pura! Tomei a maior injeção que eu já vi na vida. Deram risada de mim, mas quando eu vi o tamanho da criança, até perguntei: "mas vai caber tudo isso nas minhas veias?"
Pelos mistérios da Biologia, coube. Até parou de doer. Hoje fiz exame de sangue e também fiz xixi no copinho – super confortável, né? E a única parte boa de ficar ruim desse jeito foi que os meus pais voltaram a me tratar como gente. Ah, nas últimas semanas nós não andamos nos dando muito bem. É aquela coisa… O pai tem seus problemas no trabalho, eu no terceiro ano, entrando e saindo o tempo todo, estudando que nem doida, me alimentando tão bem quanto esses gordinhos de vídeo game… E ainda por cima, a minha mãe está de licença: ou seja, o dia todo em casa, pra reparar em tudo que eu faço quando estou. Quanto tempo fico e o que faço no computador, inclusive.
Eles implicam comigo por coisas incompreensíveis na maioria das vezes, mas se desse pra entender, não seriam brigas, não é?
Hoje passei no fórum 3v e vi que tenho 4 indicações pra melhor autora! Puxa vida! /O/ As almas caridosas até agora foram a Mel, a Lucy, a Anna Weasley e a A. Mira Black… A Mel também está empatada comigo. A Scila vai ganhar, ela tem oito indicações, contando com uma minha…^^
Não consigo mais escrever, e isso é fato. Estou pensando em deixar a "Como eu Vejo" em hiatus até as férias de julho… Estou deixando pra fazer tudo em um mês, quero só ver no que vai dar…
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Limbo II

É, eu não tenho sentimentos. Tudo que as pessoas dizem e falam parece fazer parte duma fan fic que eu já li. Cada gesto e cada olhar. Por isso que eu costumo dizer que só me apaixono quando alguém é diferente. E não dá pra definir esse diferente, porque se eu definir, vou acabar não gostando do protótipo de diferença e vou querer que seja diferente dos diferentes, sem ainda ser igual à grande massa…
É, e daí?
 
Bom, eu vou começar a fugir da net, não estou conseguindo escrever nada.

A Noite Sem Internet

"É engraçado, mas eu estava sentindo falta de ficar off line. Quando não está conectado, o meu computador parece mais meu amigo do que um portal para o mundo exterior – uma maneira e sair e encontrar pessoas sem ter que me maquiar pra isso. A primeira coisa em que eu pude pensar foi – vou escrever ‘Como eu Vejo!’, e a segunda, que acabou passando na frente… – vou escrever pra Mel.^^
Queria agradecer o aviso sobre o Fics Awards, de novo. E também, okay que eu esperei você pra conversar quase todo o final de semana, mas as coisas acabaram bem, hahah.
Eu baixei o clipe de Jesus of Suburbia, de tanto que você falou. Okay, ele disse que nunca amou a garota, a cara dela foi show, mas eu fiquei pensando… será verdade? vou ver o clipe algumas vezes ainda, pra ter certeza. é foda sim, e isso não dá pra negar, e eu preciso ler a letra, assim que terminar de escrever aqui. Eu não sei explicar como me senti… Mas pra confessar, na primeira vez fiquei me perguntando o que você teria visto de tão fantástico lá. Agora eu entendi…. acho. Agradeço opiniões detalhadas!
Muito bem, você viu a zona que virou o Estado?
E olha que eu moro nesse ovo que é Palmeiras! Aqui tudo que tem é uma prisão feminina pequenininha, atrás da delegacia – no CENTRO da cidade, do outro lado da rua da escola onde minha mãe trabalha. Eu vou confessar que, até ontem no começo da tarde, eu não tinha a menor noção – okay, a menor eu tinha – do que estava acontecendo no estado. Nas aulas de Matemática da tarde, a secretária parava a aula de cinco em cinco minutos com mães no telefone, dizendo que viriam buscar os filhos… Correria pura. Chega a diretora e fala pra quem ia voltar a pé (eu e a Taís de Cássia) ir correndo, porque em Pirassununga a rebelião tinha tomado a cidade todinha. Na hora, eu não liguei tanto. Pirassununga, não sei se você sabe, é onde fica a FAB (força aérea), e é a menos de 30km daqui. Cidade médio porte, com gente de cidade pequena. Eram cinco da tarde e o comércio estava fechado; cinco e meia quando o CCAA ligou em casa pra avisar que não teria aula ontem. Eu fiquei em casa e acabei abrindo o msn, e pra quê?
Pra ficar mais apavorada ainda!
Comecei a falar com a Lucy, com o Lincoln, com o Thomas e o Henrique de Campinas, com a Miri – que faz Letras em Santos – e as histórias eram de arrepiar. O ônibus que queimaram na zona norte, em SP, foi pertinho da casa da Lucy. Eu pirei geral e falei que hoje ela não ia pro trabalho, que senão eu ia lá amarrar a menina na cama. O Lincoln me fala que um kra tinha morrido na frente na casa dele, e que tinha tiroteio sem parar lá. A Miri me falando que sabia de mais civis mortos do que estavam anunciando. Eu corri no orkut da Manza e perguntei como ela tava, sei lá porquê, eu tava pirada! Fiquei falando um monte na orelha do Wesley, falando que eu morria de medo de acontecer alguma coisa… Ainda eu, cheia de amigos que moram longe! Eu juro que se esse treco tivesse acontecido no país inteiro, eu teria desmaiado de vez. Ia no mínimo ligar desesperada na tua casa. Parecia que a qualquer momento alguém podia entrar em casa e matar todo mundo – por mais que eu soubesse que eles estavam perseguindo os policiais e donos de comércio; como meus pais não se enquadram em nenhuma das duas coisas…
Arrombaram o posto de gasolina do pai da Jordana essa noite, forçaram a porta dos fundos. O professor de Geografia e a de Bio, ambos de Pirassununga, contaram pra gente que metralharam a casa do inspetor e do delegado por lá. Uma casa tava vazia e a outra levou menos bala, por isso ninguém saiu ferido. A Evelyn me mandou uma sms de Pira – ela faz cursinho lá, mas é de Tambaú – falando pra eu me cuidar.
Mel, você tem noção do que é isso? Eu tomo banho, ligo a tv pra ver o Coronel não-sei-das-quantas falando que não precisa de apoio federal! Francamente, Mel! Isso é tudo uma droga de um jogo político! O Lembo não quer que a gente lembre dessa crise quando chegarem as eleições… Ouço o cara falando que está em guerra contra os bandidos mas que a população não precisa entrar em pânico!
O meu professor de Física – o primeiro – não veio dar aula hoje. Ele pode estar doente, mas São Carlos não é uma cidade pequena nem aqui nem na terra média. Cada vez que a porta abria, cada vez que soltavam um rojão – que normalmente é sinal de droga que chega na cidade pra ser distribuída – todo mundo prendia a respiração… Fiquei me sentindo em Hogwarts nos tempos de guerra! Os pais levando todo mundo, gente que não volta no dia seguinte, o pânico de ser atacado a qualquer momento!
Olha só, eu tô escrevendo isso agora e fico olhando que nem tonta pra porta da cozinha que dá pro quintal… nem estou olhando pro teclado…. fala sério, Mel, vc acha isso justo? A gente que não faz nada ser obrigado a ficar preso assim dentro de casa? Onde já se viu isso, menina?
Eles estão jogando com a gente! Parecem o Fudge! Dizem que está tudo bem, tudo contido, que não precisam de ajuda… Imagina a situação nas grandes cidades? Em São Paulo, só funcionou uma viação de ônibus, e mesmo assim, vazia. Em Campinas, a UNICAMP e a PUC não abriram também. Eu não passei pelo centro hoje – apenas trajeto escola-casa – mas mesmo assim todo mundo parece mais esquivo.
Eu sinceramente não queria ter essa imaginação fértil agora, porque as piores situações já passaram pela minha cabeça. Não vou mais pro banheiro sem acender todas as luzes da casa, não paro de olhar praquela droga de porta daqui, e eu não consigo estudar Matemática pras provas de sábado.
Agora, você prestou atenção como todo mundo só reporta o que está acontecendo, mas não fala nada de útil? A Jordana começou com uma pataquada de voltar aos tempos militares e sair atirando em todos os presos, mas ela sempre fala bobagens desse tipo pra chamar à atenção pra ela, ela sabe disso. Pelo menos eu espero que ela não acredite nisso.
Quero dizer, os presos não devem levar uma vida fácil, as nossas leis são questionáveis e tudo o mais, mas quando que isso quer dizer que eles têm que morrer? Quando falam assim, eu até penso em apoiar pena de morte, porque tem uns presos que realmente não valem nada e que apenas ficam desviando o dinheiro já escasso que chega dos impostos – dinheiro esse que podia estar pagando caderno e lápis pra uma criança ir pra escola, porque o meu PAI não pode ir, quando era criança. Eu não sei por que um preso pode comer às custas do meu pai ter que trabalhar com onze anos pra sustentar a família, mas eu também não sei se dá pra diferenciar aquele cara irreversivelmente perigoso daqueles presos por crimes menores até usados como bode espiatório – inclusive, menos da metade de quem devia estar preso, cidadãos como Lalau, Severino, Jefferson, Lula, Collor, que riem da nossa cara todos os dias quando acordam de manhã.
A pergunta é, dá pra saber? Nas cadeias, um preso condenado a mais de cinquenta anos assume todas as penalidades quando há uma confusão na cadeia, provocada por aqueles moleques que têm só dois ou três anos de pena. Dessa forma, entre os próprios presos eles se dão um jeito de ficar impunes.
Fica a impressão de que algo tem que ser feito. O governo zoa demais com a gente! Não, Mel, a coisa não pode continuar assim, não! Vai ser bizarro, mas uma estudante de Letras vai acabar virando militante política… Todo mundo tem medo disso – e eu também – mas alguém tem que fazer alguma coisa, né?
Hoje eu vi um documentário na escola, da BBC, feita sobre o monopólio de mídia exercido pela Globo. Taí outra! Quando lhe coube, apoiou o regime militar, fingiu que as diretas já não existiam. Hoje, eles posam de mocinhos, como se tivessem lutado sem titubear o tempo todo. Falam que expõem a verdade, mas manipulam todas as eleições do jeito que querem.
ÉÉÉÉÉ, eu me revoltei, não tem jeito. "
 
Esse texto acima é fresquinho, acabei de mandar para a Mel, com os devidos cortes. Mas eu acho que ficou tão sincero que achei interessante colocar aqui. ^^
E obrigada pelo award, viu, Lílian? Mesmo que eu não possa usar bem …

Frio!

Faz um frio tremendo na terra inóspita de Santa Cruz das Palmeiras. Tanto que a estudiosa dona do blog resolveu que deveria decorar o lugar à altura. Depois de uma prova de Termologia assustadora, e uma de Cinemática pior ainda, tudo que ela quer é falar bobagem. Ela neste momento está olhando com desânimo para os 23 Intocáveis e com preguiça de sair da internet.
Ela também agradece todos os comentários sobre o último texto, do qual ela muito se orgulha, mesmo que tenha umas falhas ideológicas, que ela espera serem corrigidos em seu tempo certo.
Ela também quer prometer que vai voltar a escrever, e manda avisar que o capítulo doze continua inerte, apesar de prometer muita emoção.
E também está num surto bizarro de falar em terceira pessoa. ^-^

Opinião

Opinião.

 

Ontem eu li no Orkut – sim, no site de relacionamentos tido como maior lixo social que se encontra on line – uma coluna de um cidadão relatou estar simplesmente cansado de ter opiniões. Eu, uma vestibulanda desesperada e que já cogitou todas as maneiras de não zerar Matemática e Física no final do ano, não pude deixar de me sentir compreendida. Quero dizer, exigem de mim uma dissertação por semana. Nessa dissertação, eu deveria agrupar fatos e relacionar com a História, com a Geografia, com tudo que eu aprendi em todos esses anos. Eu tenho que saber o que fazer para melhorar o ensino no Brasil e eu tenho que dar um jeito de devolver a autoridade que os Estados Unidos tiraram da ONU. Dois anos atrás, eu até tive que resolver se o comércio de armas de fogo deveria ou não ser proibido no país em que eu nasci.

É esse o meu dever? Uma boa parte das pessoas que votaram branco ou nulo argumentam que elas não tinham a menor obrigação de votar naquele referendo. Afinal, centro e oitenta milhões de pessoas, tendo dinheiro ou não, pagam impostos para manter funcionando a máquina pública. O governo, e não só o do Brasil, é pago para resolver esses problemas, de modo que nós, reles cidadãos E eleitores, apenas deveríamos seguir com as nossas vidas.

A questão central é que estamos o tempo todo sendo cobrados de opiniões que em nada nos ajudam. Meu professor de Filosofia vive dizendo que nós devemos dar um valor maior à nossa liberdade de pensamento; que por mais que nos oprimam e nos censurem, por mais que tenhamos que nos aliar a correntes ideológicas que não condizem com as nossas próprias idéias, nós sempre seremos livres enquanto pensarmos por nós mesmos, porque isso ninguém consegue manipular (é claro que George Orwell tem outras opiniões sobre o assunto, mas não é esse o ponto agora). Entretanto, eu sempre tive outro tipo de indagação: de que serve ter o pensamento livre se eu continuo associando o meu nome com atitudes contrárias àquelas dos meus valores? O conhecimento e o pensamento advindo dele são lindos, eu concordo. A sensação momentânea de saber alguma coisa é maravilhosa, muito bem. Mas se você sabe que há gente precisando de ajuda, por que não ajudar? Por que não contribuir com algo que você sabe que faz bem?

Os argumentos pessimistas vêm, então, cheios da arrogância de saber que o ser humano não tem salvação; mas como eles sabem? Eles já tentaram salvar o ser humano, por acaso? É claro que você encontra argumentos fortíssimos contra a nossa espécie. Mas não se pode considerar a maioria e esmagar uma minoria que luta todos os dias por uma existência decente. A democracia não é assim tão bonita e tão superior a todas as formas de governo, porque não há como ter certeza se a maioria está sempre certa. Nunca há como saber quem está certo.

Dessa maneira, você liga a televisão e saltam opiniões da tela: sobre moda, sobre política, sobre esportes… Você lê revistas e tenta memorizar freneticamente quem disse o quê, sobre qual assunto, em qual época. Tudo isso apenas – no meu caso – para que eu me sente diante de uma folha de papel com linhas metrificadas e saiba fazer o melhor discurso, que será corrigido por uma banda que também corre o risco de não estar certa. Isso ocorre porque, não importa o número de seres envolvidos, tendemos fatalmente a errar.

A este ponto, ergue-se uma mão entre as colegas da minha classe e diz que nós deveríamos sempre ter aulas apenas das matérias que nos interessam. Apesar do horizonte colorido que se abre diante de mim num primeiro momento, eu ficaria realmente entediada em corrigir textos por um dia inteiro ou em filosofar sobre um assunto transcendental.  Tudo em exagero cansa, não é? Além do mais, um pensamento “viciado” também não é apreciado pelas faculdades.

Eis algo que também me cansa. Eu tenho a impressão de que não ocorria isso quando eu era menor, mas quem sabe? Olho em volta e vejo as crianças lendo Machado de Assis, quando deveriam ler a Série Vaga Lume. Elas têm doze anos e sabem o que fazer com a dívida externa. Ou ao menos pensam que sabem. Descobrem o socialismo e desfilam pelas ruas com camisetas do Che Guevara. Pintam os cabelos, usam batom preto, estudam três horas por dia, mesmo que não tenham matéria a estudar. Tudo para o vestibular. Então você pergunta a elas que curso querem fazer. E veja se metade delas sabe. Não sabe!

Mas é claro que não sabem. Elas nem deixam um tempo para pensarem no que querem… Elas querem passar no vestibular, querem sair no jornal, querem uma vida bem sucedida. Apenas se esqueceram de pensar no quê querem ser bem sucedidas.

O que eu quero dizer é: as escolas são culpadas de criarem robôs programados para passar no vestibular.

A que ponto o aluno percebe isso? É relativo, porque muitas vezes ele quer ser esse robô. Só que muita gente se esquece que antes de ser vestibulando, nós somos pessoas. Pessoas com necessidades! Nós precisamos nos divertir, precisamos ler o que gostamos, e não o que a UNICAMP pediu. Precisamos respirar fundo e largar o curso extra de matemática, se quisermos fazer piano.

Vejam bem: houve um tempo em que a riqueza era representada por terras. Nos últimos cinco séculos, riqueza foi expressada por si mesma, em notas, em moedas, em pesos de metal. Mas o que está acontecendo agora? A informação está se tornando o objeto de poder. Quem sabe mais, consegue o melhor emprego e, consequentemente, o melhor salário.

Eu só queria que as pessoas parassem e pensassem no que elas realmente querem. Mas são tantos valores a serem relaxados, tantos juízos que estão nas nossas cabeças há tanto tempo que nem se sabe de quem são mais…

Agora vocês entendem que formar opiniões sobre tudo nos leva a um labirinto dos mais confusos… E que nós deixamos os nossos próprios pensamentos bem na entrada? Nem sempre o melhor curso é o que eu quero mesmo fazer. Nem sempre o mais caro é o meu favorito. E nem o mais barato é sinônimo de pobreza. E se fosse também, qual seria o problema?

I’m Back

Estou de volta, crianças, fujam enquanto puderem. Eu não sei se eu ainda tenho o que publicar em um blog. Mas eu gosto tanto tanto tanto daqui que não conseguiria abandonar! Talvez um layout novo resolva… Por quê não?
A fic que eu estou escrevendo, Como eu Vejo, tem sido uma fonte doida de alegria pra mim! Vocês nem imaginam. E o engraçado é que o que acontece sempre parece coincidir com algo que eu tenha pensado um bocado nos últimos tempos. Quando eu escrevi o capítulo dez, onde a Luna menstrua e entra em crise consigo mesma, quebra espelhos e tudo, eu estava em crise também, e foi muito divertido. Além dos pensamentos dela sobre quem ela gostava, e tudo o mais… E no capítulo onze, escrito pela Ginny, eu inseri boa parte dessa minha filosofia de solteirice^^
Gosto muito quando essas coisas acontecem… Eu me sinto escrevendo algo muito mais importante do que uma fic. Se bem que, com essa, eu fico feliz de ver que estou conseguindo o que queria! Muita gente começou a ver Harry/Luna com outros olhos. Gente que sacou que é possível, se escrito com cautela. Tanta cautela que eu não sei como vai ser quando eles se beijarem… Estou com medo!
Agora volto a estar on line todo o dia, toda a hora, entao posso atualizar a qualquer momento!!! /o/